Primeiro Dia de Tribunal no Solstício de Verão de 1229
O Tribunal começa e todos se reúnem na exuberante sala de reuniões de Interritus. A primeira fase tem logo início.
Relatos Inquisitoriais
O primeiro relato é do primeiro julgamento ocorrido após o Tribunal da Ibéria de 1222, no caso em que o Consílio de Alcornoque é julgado por patrocinar arruaça no Consílio de Interritus durante o encontro do Tribunal.
Tribunal da Ibéria - Ano de 1.222 d.C. - Julgamento Primeiro t.1222 - Comissão Inquisitorial formada por Clarice Guernicus, Sirene Guernicus, Gonçalo Salustiano, Claudius Adrianus e Tromeu de Flambeau - Consílio de Interritus - ROUBO, COMBATE ARMADO E ASSASSINATO DE SERVO DO CONSÍLIO DE INTERRITUS. OFENSA À SEGURANÇA E À PAZ DURANTE O TRIBUNAL DA IBÉRIA DE 1.222 - OFENSA AO PATRIMÔNIO E SEGURANÇA DE INTERRITUS - PAULUS DE FLAMBEAU JULGADO POR FALTAS COMETIDAS POR SEU ACOMPANHANTE MUNDANO - CONSÍLIO DE ALCORNOQUE JULGADO POR FALTAS COMETIDAS PELOS ACOMPANHANTES DOS DEMAIS MAGOS DA CASA
A sentença proferida, ratificada neste Tribunal de 1229, foi a seguinte:
SENTENÇA PRIMEIRA t. 1222- Ano de 1.222 d.C. - Tribunal da Ibéria - Consílio de Alcornoque a Favor de Interritus e da Ordem de Hermes - CONDENAÇÃO - 20 PEÕES DE VIS DE QUAISQUER FORMAS EXCETO IGNEM E MENTEM, A SEREM PAGOS EM QUAISQUER CONDIÇÕES EM ATÉ 20 ANOS - PROIBIDOS DE SEREM NOMEADOS NOVAMENTE COMO VISITANTES A CONSÍLIOS DO TRIBUNAL DA IBÉRIA ANA DE ALCORNOQUE POR PHILIPPO RAZI E FERNANDO DE ALCORNOQUE POR PAULUS DE FLAMBEAU - CONFISCO À ORDEM DE ÍTEM MÁGICO USADO POR FERNANDO DE ALCORNOQUE POR PAULUS DE FLAMBEAU EM SEUS DELITOS.
O segundo relato é de Irene Guernicus, a respeito de missão hermética desempenhada em conjunto com Paulus de Flambeau, Claudius Adrianus Guernicus e Moritias Guernicus. Houve investigação a respeito de uso vulgar de magia em coflito acidental entre tropas cristãs e árabes ao sul mas nada conclusivo pode ser aferido.
Tribunal da Ibéria - Missão Hermética I t. 1222- Ano de 1223 d.C. - COMBATE ENTRE ÁRABES E CRISTÃOS QUE ESCOLTAVAM UM NOBRE DE CASTELA A LISBOA - INDÍCIO DE USO VULGAR DE MAGIA - AVERIGUAÇÃO DE USO VULGAR DE MAGIAS E QUEBRA DO CÓDIGO DE HERMES - Irene Guernicus - CLAUDIUS ADRIANUS DE QUESITORIS - MORITIAS DE QUESITORIS - PAULO DE FLAMBEAU.
O relato da missão, como segue, foi acolhida pelo Tribunal
Tribunal da Ibéria - Ano de 1.223 d.C. - Irene Guernicus - Referente à Missão Hermética I de 1.223 d.C. t. 1222- COMBATE ENTRE ÁRABES E CRISTÃOS QUE ESCOLTAVAM UM NOBRE DE CASTELA A LISBOA - INDÍCIO DE USO VULGAR DE MAGIA - AVERIGUAÇÃO DE USO VULGAR DE MAGIAS E QUEBRA DO CÓDIGO DE HERMES - PESQUISA NÃO LEVANTOU ELEMENTOS SUFICIENTES QUE COMPROVASSEM QUE FOI USADA MAGIA HERMÉTICA - ENCERRAMENTO DA MISSÃO HERMÉTICA - INCONVENIÊNCIA PARA A ORDEM NO PROSSEGUIMENTO DAS INVESTIGAÇÕES.
O terceiro relato é da Comissão de Hoplitas formada por Diógenes Gernicus e Domenico de Flambeau que foram até a fronteira do Tribunal ao norte onde havia disputa de fonte de vis entre os consílios de Lux ex Tenebris, ibérico, e Lex Magna, do provençal. A situação, que era deveras conflituosa, foi pacificamente resolvida mas de forma provisória. Os dois consílios envolvidos dividiriam o vis gerado no local até que mapas mais precisos sejam elaborados no Grande Tribunal em 1250.
Tribunal da Ibéria - Missão Hermética II t. 1222- Ano de 1224 d.C. - QUESTÃO DE JURISDIÇÃO E DELIMITAÇÃO DE FRONTEIRAS - CONFLITO ENTRE CONSÍLIOS POR RECURSOS - FONTE DE VIS REIVINDICADA POR DOIS CONSÍLIOS DE TRIBUNAIS DIFERENTES - LEX MAGNA DO TRIBUNAL PROVENÇAL E LUX EX TENEBRIS DO TRIBUNAL DA IBÉRIA - Irene Guernicus Convoca Comissão de Hoplitas - DIÓGENES GUERNICUS E DOMENICO DE FLAMBEAU. OS CONVOCADOS PODERÃO USAR ÍTENS MÁGICOS QUE FACILITEM RESULTADO PACÍFICO FAVORÁVEL AO TRIBUNAL DA IBÉRIA DOS ESTOQUES DA JURISCIÇÃO NA CASA DA CHAMA ETERNA, PARA USO PRÓPRIO E CIRCUNSCRITO À MISSÃO.
O relato da missão, como segue, foi acolhido pelo Tribunal:
Tribunal da Ibéria - Ano de 1.225 d.C. - Diógenes Guernicus e Domenico de Flambeau - Referente à Missão Hermética II de 1.224 d.C. t. 1222 - PROBLEMAS DE JURISDIÇÃO EM REIVINDICAÇÃO DE RECURSOS POR CONSÍLIOS DE DIFERENTES TRIBUNAIS - FONTE DE VIS EM ÁREA LIMÍTROFE ENTRE O TRIBUNAL DA IBÉRIA E O PROVENÇAL - LUX EX TENEBRIS E LEX MAGNA EM LITÍGIO - FONTE DE VIS DIVIDIDA IGUALMENTE, TODO OUTONO, PELOS DOIS REIVINDICANTES - SITUAÇÃO PROVISÓRIA ATÉ DEMARCAÇÃO DE JURISDIÇÕES MAIS DETALHADA A SER NEGOCIADA NO GRANDE TRIBUNAL DE DURENMAR EM 1250.
Tal relato levou a Chefe dos Quaesitoris da Ibéria, Irene Guernicus, a peticionar ao Grande Tribunal de Durenmar, pedindo revisão dos limites jurisdicionais.
GRANDE TRIBUNAL DE DURENMAR - Tribunal da Ibéria - Ano de 1229 d.C. - Irene Guernicus, Chefe dos Inquisidores - PETIÇÃO TERCEIRA - DELIMITAÇÃO DE JURISDIÇÃO - TRIBUNAL DA IBÉRIA E TRIBUNAL PROVENÇAL - REVISÃO DAS FRONTEIRAS - DISPUTA DE RECURSOS ENTRE CONSÍLIOS DE DIFERENTES TRIBUNAIS - CONSÍLIO DE LUX EX TENEBRIS E CONSÍLIO DE LEX MAGNA.
O quarto relato é o mais aguardado, referente ao conflito entre tropas árabes e cristãs ao sul de Toledo, próximo à cidade de Córdoba, com apoio do Consílio de Andalusia de um lado e apoio de Interritus de outro. Claudius Adrianus Guernicus foi convocado para supervisionar o conflito atento a eventuais quebras de código hermético.
Tribunal da Ibéria - Missão Hermética III t. 1222- Ano de 1228 d.C. - COMBATE FUTURO ENTRE ÁRABES E CRISTÃOS COM APOIO DECLARADO DE CONSÍLIOS DO TRIBUNAL DA IBÉRIA - CONSÍLIO DE ANDALUSIA E CONSÍLIO DE INTERRITUS - ACOMPANHAMENTO DE CONFLITO E AVERIGUAÇÃO DE USO VULGAR DE MAGIAS E QUEBRA DO CÓDIGO HERMÉTICO - Irene Guernicus Convoca - CLAUDIUS ADRIANUS GUERNICUS. O CONVOCADO PODERÁ VISITAR O DEPÓSITO DE ITENS MAGICOS DA ORDEM, NA CASA DA CHAMA ETERNA, E REQUISITAR UM PARA USO PRÓPRIO E CIRCUNSCRITO À MISSÃO.
Claudius Adrianus Guernicus, então relata para a atenta platéia suas impressões e o Tribunal ratifica:
Tribunal da Ibéria - Ano de 1.229 d.C. - Claudius Adrianus Guernicus - Referente à Missão Hermética III de 1.228 d.C. t.1222 - COMBATE ENTRE ÁRABES E CRISTÃOS COM APOIO DECLARADO DE CONSÍLIOS DO TRIBUNAL DA IBÉRIA - CONSÍLIO DE ANDALUSIA E CONSÍLIO DE INTERRITUS - ACOMPANHAMENTO DE CONFLITO E AVERIGUAÇÃO DE USO VULGAR DE MAGIAS E QUEBRA DO CÓDIGO HERMÉTICO - BOTAS MÁGICAS REQUISITADAS DOS DEPÓSITOS DO TRIBUNAL PARA MAIOR MOBILIDADE DO QUAESITOR - CONFLITO FAVORÁVEL ÀS FORÇAS ÁRABES - RETIRADA DO EXÉRCITO CRISTÃO SEM PERSISTÊNCIA DE COMBATE - MAGIAS DE USO VULGAR NÃO FORAM DETECTADAS - NENHUMA OFENSA AO CÓDIGO HERMÉTICO DETECTADA.
O quinto e último relato ao Tribunal foi de Sirene Guernicus a respeito da investigação utilização vulgar de magia e quebra do Código Hermético nos arredores de Zaragoza e dentro dos muros da cidade durante o outono do ano de 1228. O caso é ouvido com grande tensão pelos de Alcornoque pois é referente a crimes realmente cometidos por Martin de Bonisagus nas plantações e dentro da cidade, que seriam facilmente punidos com a pena capital. Orientada por Irene Guernicus, sua mestre, Sirene esconde evidências.
Tribunal da Ibéria - Missão Hermética IV t. 1222 - Ano de 1228 d.C. - QUEBRA DO CÓDIGO HERMÉTICO - USO VULGAR DE MAGIA - CIDADE DE ZARAGOZA- INVESTIGAÇÃO A RESPEITO DO CRIME E DO CRIMINOSO - Irene Guernicus Convoca- SIRENE GUERNICUS, AUTORIZADA A REQUISITAR ITENS MÁGICOS QUE ALTEREM E MELHOREM SEUS SENTIDOS E 5 PEÕES DE INTÉLLEGO VIS DOS ESTOQUES DO TRIBUNAL PARA DESEMPENHO DA MISSÃO.
A jovem inquisidora, obedecendo os pedidos secretos da líder do Tribunal, relata:
Tribunal da Ibéria - Missão Hermética IV t.1222 - Ano de 1228 d.C. - SIRENE GUERNICUS - QUEBRA DO CÓDIGO HERMÉTICO - USO VULGAR DE MAGIA - CIDADE DE ZARAGOZA- INVESTIGAÇÃO A RESPEITO DO CRIME E DO CRIMINOSO - MAGIAS DE FOGO UTILIZADAS PARA QUEIMAR PLANTAÇÃO E SILOS PRÓXIMOS A ZARAGOZA - CAPTURA DO CRIMINOSO - CRIMINOSO LEVADO À FOGUEIRA EM PRAÇA PÚBLICA - CRIMINOSO ESCAPA COM AJUDA DE GUERREIRO NÓRDICO E COM O USO DE MAGIA DE TRANSFORMAÇÃO VULGAR - MAGIA HERMÉTICA UTILIZADA DE MANEIRA VULGAR - "SHAPE OF THE WOODLAND PROWLER" - SUSPEITO MAGO ORIUNDO DE OUTRA JURISDIÇÃO.
Fingindo compromisso com a verdade, Irene Guernicus designa nova Missão Hermética e convoca comissão de hoplitas para procurar o culpado em outros Tribunais.
Tribunal da Ibéria - Missão Hermética I t. 1229 - Ano de 1229 d.C. - INVESTIGAÇÃO, BUSCA E CAPTURA DE MAGO CRIMINOSO À ORDEM DE HERMES OU EVENTUAL DENÚNCIA A TRIBUNAL DIVERSO - REFERENTE À MISSÃO HERMÉTICA IV T. 1222 DO ANO DE 1228 d.C. - IRENE GUERNICUS CONVOCA COMISSÃO DE HOPLITAS - IRENE GUERNICUS E RODRIGO DE FLAMBEAU QUE PODERÃO REQUISITAR QUAISQUER ITENS MÁGICOS DE PROTEÇÃO E DE ALTERAÇÃO E MELHORA DE SENTIDOS PARA EXECUÇÃO DA MISSÃO.
Fase de Petições Para Constituição e Registro de Consílios e Magos
Depois disto, encerra-se a fase de relatos inquisitoriais. Em seguida, incia-se a fase de petições ao Tribunal para filiação de consílios e em seguida para o reconhecimento de magos. Nenhum consílio dirige ao Praeco qualquer petição, mas há magos pedindo reconhecimento.
Adelmo de Criamon é o primeiro a dirigir petição ao Praeco e é prontamente registrado, sem objeções do Tribunal, como mago filiado ao Tribunal da Ibéria membro do Consílio de Alcornoque.
Clara de Bjonaer pede filiação ao Tribunal em seguida e sua petição é comentada e ratificada por Celso de Bonisagus de Plateau, sendo prontamente aceita, sem objeções, como mago filiado ao Tribunal da Ibéria membro do Consílio de Alcornoque.
Assad Ex-Miscellanea pede em petição única o reconhecimento de Suleiman Ex-Miscellanea, o Magnífico, Abdul Gazi Ex-Miscellanea e Rafiq Mohammed Ex-Miscellanea como magos filiados ao Tribunal da Ibéria e membros do Consílio de Andalusia. Joachina de Tytalus faz objeção por tratarem-se de três magos recém convertidos ao corpo hermético e, portanto, sem confiança. Claudius Adrianus Guernicus debate, colocando como aceitável a petição de Assad se condicionada a aprovação à comprovação de contribuição com a Ordem durante um ano. Assad de Andalusia retifica a petição com as condições sugeridas pelo Guernicus e ninguém faz objeção.
O Praeco, Ebro de Flambeau, nomeia Claudius Adrianus Guernicus como fiscal dos novos membros de Andalusia até o verão do ano de 1230.
Domenico de Flambeau, em petição única, pede reconhecimento de Vitto de Flambeau, Cirille de Flambeau e Helius de Flambeau como magos filiados ao Consílio da Ibéria e membros da Casa da Chama Eterna. O pedido é aceito sem objeções.
Finda assim o primeiro dia de Tribunal.